Olá Confrades,
Vamos lá a ver, parece que o problema só se resolve quando o Pepe (e os seus amigos conselheiros) perceber que a sua situação clínica nada tem a ver com a situação legal da embarcação.
É tempo de o Pepe encarar a realidade; a sua doença não “legaliza” a sua embarcação em Espanha, nem em qualquer outra parte do mundo, e parece que que ele e os seus amigos pretendem resolver o problema do barco apresentando um atestado médico.
A legalização dum barco, sendo de auto-construção, faz-se com um projecto assinado, uma inspecção e uma aprovação pelas autoridades competentes, e não com um atestado médico.
Já basta a novidade de ver toda uma campanha a pedir apoio e ajuda, não para tratamento ou medicamentos para combater uma doença grave, mas sim para construir uma embarcação e para fazer uma viagem até às Caraíbas. É o seu sonho, dizem, e com isto acham que fica tudo explicado.
Não fica nada explicado, porque ou pedem ajuda para combater uma doença e não falam em viagens, ou pedem ajuda para construir uma embarcação e não falam em doenças.
Misturar as duas coisas é tentar manipular e explorar a sensibilidade das pessoas, que pode ser muito eficaz para obter apoios, mas não deixa de colocar em causa a dignidade de quem utiliza tais métodos.
Nas minhas intervenções anteriores sobre este tema, sempre me referi apenas às questões da embarcação, que creio ser o principal interesse deste fórum.
Desculpem por nesta intervenção focar também o aspecto clínico desta história, mas a minha intenção é ajudar a separar as duas coisas, porque creio se trata de duas coisas distintas.
Umas


para todos.