Caros amigos
Numa embarcação (recreio ou não) quem comanda é o comandante

)
por isso pode celebrar casamentos(em circunstâncias especiais), registar nascimentos e óbitos

)))
O armador escolhe um comandante e este, desde que devidamente titulado, tem a autoridade suprema a bordo, a não ser que a perca por manifesta incapacidade física ou mental!
um barco e o seu "micromundo" não é um exemplo de democracia ( uma questão é o bom senso e ouvir opiniões, outra é definir rumos colegialmente...)
E ser patrão é sê-lo para o bom e para o mau....
Já houve um patrão condenado em tribunal porque não "obrigou" a sua tripulação/passageiros a por coletes e arneses...