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Antiguo 23-01-2010, 12:42
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MARGEMDOAZUL MARGEMDOAZUL esta desconectado
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Predeterminado Re: La Historia Naval Cuasi-oculta

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Originalmente publicado por rookie Ver mensaje
Buena apostilla, Margem

Efectivamente, más de un Marino (así, con mayúscula) en esa época de gestas y "huevos" que navegaba bajo pabellón español era de origen lusitano.

Otro ejemplo pongo, distante éste para acentuar lo que se abarcaba, fue Cabrillo. Los que hayáis parado por San Diego posiblemente habréis hecho una visita a su "memorial" en Punta Cabrillo...

Donde tengo fallos de conocimiento, en mi caso, es en los marinos españoles que navegaran en alguna ocasión bajo pabellón portugués. Supongo que ha debido de haberlos...

Saludos

P.D.: retiro el párrafo en gris puesto que ya lo habías citado. Sorry!
Tal como tinha referido em "post" anterior há o exemplo( entre outros) do João da Nova( Galego):

João da Nova (Maceda, c. 1460 - Cochim, 1509) foi um explorador galego, ao serviço do rei de Portugal. Deu o seu nome a uma pequena ilha no Canal de Moçambique, a ilha de João da Nova, hoje administrada pela França e dependente de Reunião.
Natural da Galiza, este fidalgo nasceu em data incerta.
Manuel I de Portugal deu-lhe o cargo de alcaide de Lisboa e, em 1501, o mesmo monarca atribuiu-lhe o comando de uma armada composta por cinco naus, enviada à Índia. Um dos navios, de um mercador de Florença, seguia na sequência da sugestão feita pelo Rei a mercadores para comerciarem com aquelas terras. Esta frota, a caminho da Índia, descobriu, a 13 de Maio de 1501, na latitude de 8º S, uma ilha que denominou como Ilha da Conceição, atual Ilha de Ascensão[1].
Na costa da Índia, este fidalgo arrasou a frota do samorim de Calecute, que pretendia barrar a sua passagem, nessa batalha foi utilizada pela primeira vez a formatura naval em coluna de um modo sistemático e consciente, táctica que duraria até à Segunda Guerra Mundial e fundou uma nova feitoria portuguesa, em Cananor. Voltou ao Reino e, em 1505, empreendeu uma nova viagem à Índia, na companhia de Francisco de Almeida. Retornou no entanto a Portugal, uma vez que o Vice-Rei não lhe reconheceu o posto de Capitão-mor.
Em 1506 capitaneou a nau Frol de la mar, integrante da esquadra de Tristão da Cunha, que rumava a Socotorá. Nesta viagem, Afonso de Albuquerque, que comandava seis naus da esquadra, teve de prender João da Nova, porque pretendia rumar à Índia, contrariamente aos desejos de Albuquerque, que queria ir à Arábia para recolher mantimentos que lhe permitissem conquistar Ormuz. Foi no entanto perdoado, devido à valentia demonstrada no ataque a Mascate (Omã).
Faleceu em 1509, em Cochim, valendo-lhe os méritos e a coragem, apesar da fogosidade excessiva, reconhecimento inquestionável
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A.Martins
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barescanallas (23-01-2010), rookie (23-01-2010)