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| VHF: Canal 77 |    | ![]() |
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#1
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Acho que a questão, académica, se prende com a responsabilização em caso de acidente! Se o confrade Santi decidiu sair e não levou ninguém com ele, correu o risco sózinho (seria diferente se tivesse levado um passageiro).
Pode colocar-se a questão se tendo tido uma avaria e necessitando do Salvamento não poderá ter colocado em risco, escusadamente, os salvadores. Mas, como disse isto é especulação académica. Se eu sair para o mar, com vagas de 8 metros, num veleiro de categoria de construção A ( preparado, teoricamente para aguentar essas condições) é uma coisa sair para o mar, nessa condições com um veleiro costeiro( por ex C) já é outra situação. Estamos a falar em sair deliberadamente. Se a mota de água do confrade Santi está preparada para essas condições, óptimo! Acho é que quem vai para essas situações deve estar preparado para sair delas sózinho! O mergulhador(buceador) leva um "octopus" e um "buddy", o paraquedista leva um paraquedas de reserva etcetc Um veleiro tem velas e motor! A maioria dos barcos a motor feitos para o mau tempo têm 2 motores etcetc Vou citar uma situação, trágica, que se passou na Madeira há pouco tempo duas jovens foram ver o mau tempo no mar( tinham todo o direito de gozarem o espectáculo) e foram apanhadas por uma vaga, um bote de salvamento virou e um dos salvadores morreu!
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"ESTA É A MARGEM DO AZUL, NENHUM OUTRO LIMITE RECONHEÇO AO SANGUE." A.Martins |
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