Cita:
Originalmente publicado por Raytheon
Unas  para animar a conversa.
Nesses exemplos que dás, até te dou razão.
Mas as situações não se resumem a sair ou não sair, existindo a posibilidade de vir nevoeiro.
Há muitas mais situações para além dessas que apontaste.
Dou-te um exemplo real que aconteceu comigo: comprei o meu barco em La Rochelle e trouxe-o para Portugal.
A meio do golfo da biscaia, com vento entre os 25 e 30 nós, partiu-se um brandal e só por sorte o mastro não caiu todo. Baixei as velas e continuei a motor.
Ao aproximar-me no dia seguinte de La Corunha, aínda a 10 milhas de distância, entrei num manto de nevoeiro que não me deixava ver um palmo diante do nariz. O vento tinha já caído, claro, e o gasóleo estava no fim pois não contava transformar-me num "motorista".
Consegui entrar no Porto, sem ver nada de nada, graças ao GPS  pois aínda não tinha radar.
Conclusão: o GPS foi preciosíssimo para me levar "seguro" até ao destino, e o radar, se já o tivesse nesse momento, teria aumentado e muito a minha segurança.
A moral desta história verdadeira, é que o equipamento aumenta a nossa segurança, mas o nosso sentido de responsabilidade tem de aumentar na mesma medida.
Saludos e Boas Festas 
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Raytheon,
no sé si te he entendido bien... pero la cuestión no es si el material de seguridad te ayuda en caso de necesidad o no: pues claro que ayuda, no jodamos!
Pongamos otro caso para olvidar la electrónica:
un barco con enrollador y otro sin.
El del enrollador sale a navegar desde La Rochelle hasta Portugal con aviso de temporal y se dice a sí mismo, "bueno, cuando suba el viento enrollo un poco la vela sin salir de la protección de la bañera". El que no tiene enrollador se dice a sí mismo: "Yo no salgo, pq para cambiar de vela con temporal y mar formada me arriesgo a caer por la borda".
Eso es lo que digo: que los elementos de seguridad implican un aumento de la disponibilidad a aceptar un riesgo. Y que por tanto, nos dan una sensación de falsa seguridad.
salut
wild thing