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| VHF: Canal 77 |    | ![]() |
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#11
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Para ajudar a informação aqui vai um "copy paste" que completa e precisa algumas das informações que eu dei antes( não tenho versão em castelhano, catalão, basco, galego...os outros que me perdoem
)PRAXE e ETIQUETA A reconhecida solidariedade entre marinheiros, sobretudo nos mares, criou algumas regras de boa educação e de relacionamento que são orgulhosamente seguidas e que ajudam a reforçar o espírito náutico. Este pequeno guia de praxe e etiqueta serve para relembrar ou dar a conhecer algumas regras de comportamento entre homens do mar. Reconhecida por todos aqueles que navegam pelos mares, estas particularidades distinguem o verdadeiro marujo do "terrujo". Saudações As saudações entre iates fazem-se arriando lentamente o Pavilhão Nacional e içando-o, novamente, por três vezes. Qualquer que for a sua nacionalidade deve-se saudar os navios de guerra, ao que estes correspondem arriando e içando o pavilhão apenas uma única vez. Se os iates forem de categoria diferente o de menor categoria deve saudar primeiro. Um iate que serve de barco de júri de regata nunca deve saudar ou ser saudado enquanto tiver içado o sinal de júri. Em caso algum se usarão apitos, sereias, buzinas ou outros sinais sonoros para trocar saudações. (Pode-se sempre confundir com alguma sinalização sonora!) Bandeiras Os galhardetes devem ser içados e arriados ao mesmo tempo que a Bandeira Nacional. Devem permanecer içadas apenas entre o nascer e o pôr do sol. Em águas estrangeiras deve-se içar sempre a bandeira dessa nação a tope do mastro principal ou no vau de honra (nas embarcações portuguesas é o de bombordo!) o que é incorrecto mas prática corrente. Em dias de gala as embarcações de recreio içam bandeiras nacionais em todos os topes do nascer ao pôr do sol. Pode-se içar também as bandeiras do C.I.S., todas unidas e sem qualquer ordem específica, pela adriça do estai sendo conhecido então por mareato. ![]() Nunca se iça mais do que um pavilhão ou galhardete na mesma adriça, um por baixo do outro. É um insulto para o que se encontrar por baixo. Em barcos de recreio de um só mastro os sinais particulares do proprietário içam-se no vau de estibordo. Nos de dois mastros são içados no mastro da mezena. Estes só se içam quando o proprietário está a bordo. Os sinais de regata são sinais convencionados e escolhidos pelos velejadores que se içam em vez do galhardete do clube. Cada proprietário tem o direito de desenhar o seu sinal de regata que arriará quando abandonar a prova, ou no final da mesma. Hoje em dia e por norma de classe usa-se o galhardete da classe no lugar o pavilhão nacional e sómente enquanto estiver em regata. Os iates acompanham o luto içando as bandeiras a meia adriça. Primeiro içam-se a tope e só depois baixam-se a meia adriça. Para arriar içam-se de novo a tope e depois arreiam-se por completo. No caso de homem ao mar todos os barcos põem o pavilhão a meia adriça. O que tiver encontrado o náufrago iça-a de novo a tope. A indicação numa embarcação de homem ao mar é sinalizada pela letra "O" do C.I.S. ![]() Existe também o "sinal de refeição" içado no vau de estibordo, normalmente um quadrado branco, que se iça quando o proprietário esteja a ser servido de uma refeição e não deseje ser incomodado. No entanto o mais procurado será o de "bar aberto", uma bandeira com um copo na sua posição normal, convidando os marinheiros para um copo e uma conversa a bordo. Quando as bebidas ou a paciência esgotarem, virar-se-á a bandeira ao contrário, com o copo para baixo , indicando que o bar fechou e são horas de cada um regressar à sua embarcação! Há também o "sinal da noite", que significa desejarem os que estão a bordo paz e sossego, livres de visitas! Iça-se a tope do mastro principal entre o pôr do sol e o içar da Bandeira Nacional de manhã. Consiste habitualmente num galhardete azul ou o nr.2 do C.I.S. ![]()
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"ESTA É A MARGEM DO AZUL, NENHUM OUTRO LIMITE RECONHEÇO AO SANGUE." A.Martins |
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