Eu apostei em ir mais à popa na baixada por várias razões: cansaço, o figaro é um barco que defende bem à popa e, também, porque com a falta de instrumentos( giruete,sonda,conta milhas, luz no compasso, windex

)) era mais fácil tomar referências na costa (Pinoco, farol da Cies, etc) do que andar a fazer bordos! Pelo Santi passávamos toda a noite em manobras

)) mas, pela primeira vez, vi que ele estava um pouco cansado no fim da regata!!
Era para fazer o Conde na classe figaro, mas parece haver poucos barcos interessados. No Principe lá estarei com o Margem!